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sábado, 30 de outubro de 2010

Relato de uma visita a biblioteca da UFRGS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
FACULDADE DE BIBLIOTECONOMIA E COMUNICAÇÃO
CURSO DE BIBLIOTECONOMIA
BIB 3077 – INTRODUÇÃO A CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO
PROF. Samile
Grupo: Gonzalo Alvarez, Jose Marculino, Rogerio Almeida
15/04/09


VISITA A BIBLIOTECA DA UFRGS

A biblioteca central da UFRGS foi criada através da portaria nº 1516, de 13 de dezembro de 1971, como órgão suplementar vinculado diretamente à Reitoria e, por delegação de competência, à Pró-Reitoria de Coordenação Acadêmica. Ela coordena e supervisiona, sob forma sistêmica, o conjunto das 33 bibliotecas especializadas da universidade.
Conta com distinguida infra-estrutura bibliográfica, documentária e informacional para apoiar as atividades de pesquisa da Universidade, centrando seus objetivos nas necessidades de informação do indivíduo, membro da comunidade universitária. Paralelamente ao contexto acadêmico, tem compromisso com a sociedade não vinculada à instituição, que se efetiva através da prestação de serviços, proporcionando o acesso à informação, à leitura e a outros recursos disponíveis que são instrumentos de transformação dessa sociedade.
O acervo total da biblioteca supera os 60.000 exemplares, destacando-se a coleção Eichenberg. As obras da coleção foram compradas pela UFRGS em 1969, constituída por cerca de 50.000 volumes e abrange os mais variados assuntos, com predominância em direito, economia, religião, história, filosofia, literatura e arte.
Também encontramos biografias, relatos de viagens e alguns livros de medicina.
Desses 50.000 volumes da coleção Eichenberg, 10.000 correspondem às obras raras, distinguindo-se uma bíblia do século XVI escrita em letra gótica no idioma alemão.
O acervo é completado com obras de referência, entre as quais podemos mencionar: dicionários, enciclopédias, periódicos, revistas.
Os serviços oferecidos pela biblioteca são: consulta na sede, empréstimo domiciliar, orientação na normalização de trabalhos acadêmicos, levantamentos bibliográficos, comutação bibliográfica nacional e internacional, treinamento de usuários, acesso a catálogos eletrônicos nacionais e internacionais, acesso a base de dados nacionais e internacionais. Outros benefícios, o acesso ao catálogo eletrônico SABI (Sistema de Automação de Bibliotecas) que integra o acervo das bibliotecas que compõe o SBU (Sistema de Bibliotecas da UFRGS) coordenado pela Biblioteca Central.
Outro sistema muito utilizado é o COMUT (Comutação bibliográfica) que permite a obtenção de cópias de artigos de periódicos, teses, trabalhos publicados em anais de eventos, relatórios técnicos e partes de documentos técnico-científicos disponíveis nos acervos das principais bibliotecas brasileiras e em serviços de informação internacionais. O COMUT é um serviço pago.
Existe pessoal especialmente treinado para fazer a higienização dos livros. O processo de higiene no acervo é individual, livro por livro. A conservação e restauração são feita cuidadosa e organizadamente por funcionários da biblioteca, entre eles, bolsistas.
A biblioteca compra o acervo através de licitações e distribui os volumes entre as bibliotecas que compõe o SBU (Sistema de Bibliotecas da UFRGS) atendendo às prioridades de cada uma delas.
Efetiva a compra, os livros passam para o setor de aquisição, logo para o setor de processamento técnico, se faz o registro, se coloca a etiqueta e se ordena nos estantes.
Os objetos raros ficam em um quarto fechado, climatizados adequadamente, sob uma iluminação especial. Não é permitido o acesso livre ao público, é preciso marcar entrevista e fazer a pesquisa dentro do mesmo local, sob a vigilância de um funcionário da biblioteca.
A organização hierárquica da biblioteca é composta por uma bibliotecária, coordenadores e assistentes administrativos, bolsistas, estagiários, porteiros e pessoal de limpeza.
O único ponto negativo da biblioteca é a iluminação precária. Existem projetos e desenhos para melhorar a qualidade, que serão implementados com brevidade.
Nos últimos tempos a quantidade de usuários presenciais na biblioteca diminuiu consideravelmente. A missão da instituição é captar novamente o interesse dos alunos universitários e para isso implementou modificações e pôs à disposição uma ampla variedade de serviços, que permite e facilita a busca da informação desejada.


DIFERENÇAS CULTURAIS ENTRE PAÍSES FOCO NO COMÉRCIO TRANSNACIONAL

DIFERENÇAS CULTURAIS ENTRE PAÍSES FOCO NO COMÉRCIO TRANSNACIONAL


Rogerio Carlos Petrini de Almeida

Prof. Juliano Machado de Magalhães

Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI

Tecnologia em Processos Gerenciais (Turma EMD2831) – Comércio Exterior
03/11/08


RESUMO


O objetivo do presente texto é o relato de algumas diferenças culturais existente entre dois países e uma síntese do início do relacionamento comercial entre o Brasil e a China, também se evidencia algumas diferenças culturais entre dois países. O texto é composto por artigos extraídos da internet de onde se conclui que as diferenças culturais de duas nações devem ser consideradas, aceitas e respeitadas para que se tenha um fortalecimento do relacionamento comercial e político.


Palavras-chave: Brasil e China; Diferenças Culturais; Comércio exterior.



1 INTRODUÇÃO


O homem tem necessidades que o levam à incessante busca que desencadeiam a descobertas tecnológicas e estes avanços são cobiçados por outros povos, para atender aos seus anseios de natureza primária ou de conforto.

A procura e aquisição dos bens se fazem através de relacionamento entre os negociantes e para que este flua em harmonia, o conhecimento de dos hábitos e fatores culturais são primordiais para que esta troca se concretize.

Há sempre que se ter em conta as diferenças culturais entre povos diferentes.

O Brasil e a China tem sua aproximação comercial fortalecida a partir da década de 80, suas culturas tão diferentes não impedem a aproximação pois há uma respeitabilidade em suas tradições, marcadas por termos e compromissos assumidos.

Este relato está baseado em artigos extraídos da internet e deixa a imaginação despertar para inúmeras diferenças culturais que possa existir entre os povos.

2 PERCEPÇÕES DAS DIFERENÇAS CULTURAIS

          Em entrevista concedida e publicada pela "MundoRi.com", Jose Bueno Mundori, tece comentário sobre a importância do respeito às diferenças culturais para quem atua no comércio exterior, neste sentido comenta:

Extremamente importante. Temos que conhecer , aceitar e respeitar essas diferenças como parte da cultura de outros povos, de outros países, de outros costumes e valores. Não é fácil. Muitas vezes não conhecemos e não entendemos essas diferenças culturais e fazemos propostas e temos atitudes dentro dos padrões que conhecemos e estamos acostumados. Até estranhamos certos comportamentos e reações de alguns clientes quando iniciamos nosso relacionamento. Temos que estudar cuidadosamente os costumes e valores dos países com os quais estamos negociando e em especial se os estamos visitando a negócios.

Uma cor branca que nos é simpática e leve, significa luto em outro país. Assim sendo, um catálogo de roupas brancas certamente não será bem recebido pelo cliente. A ilustração de catálogo com mulher bonita em trajes de praia não é aceitável na cultura islâmica. As flores têm significado distinto para vários países e culturas – a mesma flor que é agradável e apreciada em um país, pode não agradar em outro, ter sentido negativo ou depreciativo.

Atitudes, falas, modo de cumprimentar e de saudar as pessoas, comidas exóticas, consumo de bebidas alcoólicas, fumo, até modo de entregar cartão de visita e segurá-lo com as duas mãos – tudo tem sua importância e seus riscos, dependendo do país e das pessoas com as quais estamos conversando.

Quanto aos negócios e condições contratuais, é importante que a comunicação seja sempre objetiva, completa e clara, sempre confirmada por escrito para não restar qualquer dúvida quanto ao que foi tratado e acordado. Qualquer dúvida deve ser esclarecida de imediato e com clareza, antes de se fechar qualquer negócio (MUNDORI, 2008).


Dentre os diversos fatores e exemplos que pode ser citado para a verificação da importância da cultura nas relações comerciais tem-se a cultura como um dos fatores mais importantes: o estilo de vida adquirido historicamente; o idioma; idéias; crenças; costume; tradição; códigos jurídicos e morais hábitos de vestimentas e alimentação e outros componentes integram-se na formação da cultura de um povo (WEBARTIGOS, 2008).


3 RELACIONAMENTOS COMERCIAIS ENTRE O BRASIL E A CHINA

Em agosto de 1974 a assinatura do Comunicado Conjunto sobre o e Estabelecimento das Relações Diplomáticas entre o Brasil e a China principia o relacionamento comercial de uma agenda comum, independente da forma de governo e regime político. E m 1984 tem-se o consenso quanto aos princípios da defesa da ordem internacional baseado no respeito á integridade territorial e não interferência em assuntos internos de cada país. A partir desta década intensifica o relacionamento entre os dois países (CABRAL FILHO, 2008).


4 ALGUNS HÁBITOS CULTURAIS CHINESES
Relaciona-se a seguir alguns comportamentos a serem observados em relacionamentos comerciais, especialmente por brasileiros cujo intercâmbio mantido é recente e deve-se avaliar e comparar tais fatores.

- na China é comum negociar em grupos, não se estabelece uma relação de amizade;
- frases negativas são consideradas de péssima educação;
- aplausos é comum, para sinalizar de acordo;
- cortesia e formalidades são marcas registradas;
- convite para almoço e jantares são freqüentes;
- abraços não são indicados;
- receba cartões de apresentação com as duas mãos;
- roupa amarela simboliza sexo;
- utilize a mandarim em cópia traduzida e no nos cartões de apresentação, é bem visto.

O assunto não se exauriu por aqui pois os valores tradicionais prevalecem e a milenar cultura chinesa é muito rica (GOI, 2008).


5 CONCLUSÃO

Angelo Lunardi (2008) em seu artigo imprime uma visão sobre a atividade do comércio exterior e relata em observância aspectos culturais, idioma, Lei e regras, práticas comerciais, política, religião, meio ambiente, controle governamentais, normas técnicas, enfim o que se faz necessário a percepção de diferença cultural entre os povos.
O Brasil e a China são exemplos de relacionamento entre duas nações bem distintas; o Brasil um países jovem e com cultura secular, a China formada por uma cultura milenar e com diferente regime político.
Finalmente leva-se a concluir que onde há interesse em se manter um relacionamento deve-se ter uma atenção especial as diferenças culturais e seus componentes formadores e este conjunto deve ser considerado e respeitado para solidificar o relacionamento.

6 REFERÊNCIAS

CABRAL FILHO. S.B O Brasil e China - relação de cooperação no século XXI. Disponível em: http://www.ccibc.com.br/pg_dinamica .php?idpagd=58 Acesso em: 27 out. 2008.

GOI, C. A cultura e ética nas negociações internacionais entre o Brasil e a China, no período pós-globalização. Disponível em: http://www.webartigos.com/articles/2133/1/a-cultura-e-eacutetica-nas-negociaccedilotildees-internacionais-entre-o-brasil-e-a-china-no-periacuteodo-poacutes-globalizaccedilatildeo/pagina1.html Acesso em: 30 out. 2008.

LUNARDI, A. L. Os caminhos do comércio exterior. Disponível em: http://cursos.aduaneiras.com.br/treinamento/estudecomex_2004/site_estudecomex/mapa_caminhos.htm Acesso em: 30 out. 2008.

MUNDORI. Jose Bueno, presidente da trustextport consultoria. Disponível em:

MODELOS DO COMPOSTO DE MERCADOLOGIA

MODELOS DO COMPOSTO DE MERCADOLOGIA
 
Rogerio Carlos Petrini de Almeida
Prof. Juliano Machado de Magalhães
Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI
Tecnologia em Processos Gerenciais (Turma EMD2831) – Marketing
29/09/08
 
RESUMO 
O presente texto tem como objetivo a colocação de três modelos existentes para o composto de mercadologia conhecido também através do termo em inglês ‘marketing mix’. Os 4 P’s, 4 A’s e 4 C’s, vieram para implementar o mundo capitalista de novas percepções a respeito de negócio. Por certo pode se concluir que o composto de mercadologia, seja qual for o modelo, tem como objetivo principal, o negócio e a procura da satisfação do consumidor
e que a evolução do mercado poderá abrir caminho para novos modelos. O marketing ou mercadologia como é tratado por alguns especialista é a principal ferramenta para se chegar ao cliente. Utilizaram-se textos obtidos na Internet, material preponderante na formulação deste trabalho.
Palavras-chave: 4 P’s; 4 A’s; 4 C’s; Marketing.
 
1 INTRODUÇÃO
 
Este trabalho, relata o modelo 4 P’s de Carthy, o modelo 4 A’s de Raimar e o modelo 4 C’s de Lauterborn, todos como elementos que formam o composto de mercadologia. Cada elemento pode revelar-se interdependente mas possuem suas variáveis e características próprias.
O produto , preço, praça e promoção abordados pelos 4 P’s se encostam na visão dos 4 A’s: análise adaptação ativação e avaliação que espreita ao meio ambiente da empresa e consumidor. Os 4 C’s, têm uma concepção mais atual da integração dos 4 P’s, com as exigências do consumidor.
Para compreensão deste conteúdo utiliza-se a pesquisa em artigo da Internet .
2 O MODELO FORMADO PELOS 4 P’s – PRODUTO – PREÇO – PRAÇA - PROMOÇÃO
A divisão em quatro grupos de atividades foi desenvolvida por Jeronme MacCarthy, com base na teoria de Neil Borden, que em 1949 utilizou a combinação de elementos variáveis na composição da mercadologia. O produto, preço, promoção e praça, formam o composto , conhecido internacionalmente como os 4 P’s (SERRANO, 2008).
 
2.1 PRODUTO
O produto por sua vez tem em seu conteúdo a atividades de tipos de design, diferenciais de concorrências, características de produto, marca, especificações, embalagem, garantia.
"O produto refere-se ao "o que" está sendo oferecido ao cliente, podendo ser desde um bem físico, como, por exemplo, um televisor, como algo intangível, como, por exemplo, uma consulta médica" (FARIA, 2008).
2.2 PREÇO
Compõe em suas atividades o financiamento, condições de pagamento, prazo médio, número de prestações, descontos (SERRANO,2008).
Segundo Faria (2008) preço refere-se ao desembolso financeiro, mais os custos não financeiros, envolvidos na aquisição ou obtenção do produto.
2.3 PROMOÇÃO
"Refere-se aos meios utilizados para dar conhecimento, informar, lembrar e convencer os clientes sobre o produto" (FARIA, 2008).
Nesta função temos propaganda, publicidade, relações públicas, promoções.
 
2.4 PRAÇA
É conhecido como canais de distribuição ou pontos de distribuição, refere-se aos meios (lojas, logística, armazenamento, distribuição) que se utilizam para fazer chegar o produto até ao cliente (FARIA, 2008).
 
3 O MODELO FORMADO PELO 4As –ANÁLISE – ADAPTAÇÃO – ATIVAÇÃO – AVALIAÇÃO
Análise, Adaptação, Ativação e Avaliação, é o modelo concebido por Raimar Richers, e forma as funções básicas incorporada pela administração de marketing, no plano de estudo do mercado e realidade brasileira (SERRANO, 2008).
Raimar, foi o primeiro a utilizar o termo "mercadologia", em lugar de "marketing" (SERRANO, 2008).
Para Raimar os 4 A’s ficam assim identificados:
- Analise: é a fase de identificação de forças do mercado (política, sociedade, legislação, tecnologia e concorrência);
- Adaptação: é a fase de adaptação dos produtos ou serviços às necessidades levantadas na fase de análise;
- Ativação: é a fase de concretizar os planos;
- Avaliação: é a fase de análise dos esforços despendidos e das forças e fraquezas organizacionais (SERRANO,2008).
 
4 O MODELO FORMADO PELOS 4Cs – CONSUMIDOR , NECESSIDADES E DESEJO – CUSTOS – CONVENIÊNCIA – COMUNICAÇÃO
Neste modelo criado por Robert Lauterborn, em 1990, temos uma equivalência com os composto do s 4 P’s.
Para "Consumidor – desejos e necessidades", têm o relacionamento com "produtos" de Carthy; Custos para satisfazer o consumidor se equivalem ao preço dos 4 P’s; "Conveniência para comprar" interage com as variáveis de praça de Carthy e "Comunicação" se relaciona com a "Promoção" dos 4Ps (SERRANO, 2008).
No artigo de Gerteiny (2008), enfatiza que: "Lauterborn considera que as empresas devem se concentrar no "Cliente", entender o que é importante para ele e apresentar o Produto em relação aos seus desejos ou necessidades e especialmente pelo custo que está disposto a pagar".
Ainda, o artigo de Gerteiny (2008) cita composto de mercadologia (mix de marketing) de Lauterborn, visto segundo a orientação do consumidor:
 
- Valor para o Consumidor: Benefício do produto na visão do comprador.
- Custo para o Consumidor: Preço mais custos do transporte.
- Conveniência para o Comprador: equivale à Praça/Canais de distribuição.
- Comunicação: um diálogo de duas vias e não unicamente Promoção.
 
5 CONCLUSÃO
A Uol (2008) na publicação digital do livro Marketing Básico e Descomplicado, traça a trajetória do marketing como o estudo do mercado onde surgiu da necessidade dos industriais de administrar uma nova realidade, causando uma transformação de um mercado de vendedores para um mercado de compradores, pois, inicialmente sua preocupação era puramente de logística e produtividade, para a maximização dos lucros. Os consumidores não tinham qualquer poder de barganha e a concorrência era praticamente inexistente.
Mercadólogos começaram a teorizar sobre como atrair e lidar com seus consumidores e sob as técnicas existentes que se baseavam mais na intuição do que na prática e passou-se a pensar em oferecer produtos/serviços/idéias de qualidade e valor, para que os consumidores voltem a comprar e a falar bem da empresa e de seus produtos.
O composto mercadológico foi formulado primeiramente por Jerome McCarthy , em 1960, e tratou do conjunto de pontos de interesse divididos em 4 elementos: preço; produto; praça promoção, para os quais as organizações devem estar atentas, para atrair e manter clientes rentáveis.
O marketing tem como principal objetivo satisfazer com produtos ou serviços, os desejos do consumidor e o composto de mecadologia ou maketing mix, inclui toda a atividade relativa ao produto em si; pode-se concluir que independente do modelo de marketing mix, tem-se como objetivo principal, o negócio e a procura permanente da satisfação e fixação do consumidor e que a evolução do mercado poderá abrir caminho para novos modelos.
 
6 REFERÊNCIAS
FARIA, C. A. Os 4Ps morreram? (I - o que são). Disponível em:
GERTEINY, G. G. O marketing mix dos tempos modernos, Disponível em:

SERRANO, D. P. Marketing Mix( Composto de marketing). Disponível em:
UOL, Marketing básico e descomplicado, Disponível em:
http://www.merkatus.com.br/10_boletim/104.htm Acesso em: 24 set. 2008.http://www.institutomvc.com.br/costacurta/art_GGG_O%20MARKETING%20MIX%C2%A0%20DOS%20TEMPOS%20MODERNOS.htm Acesso em: 24 set. 2008.http://www.portaldomarketing.com.br/Artigos/Marketing%20Mix.htm Acesso em: 11 set. 2008.HTTP://www2.uol.com.br/livromarketing/cap14.htm Acesso em: 25 set. 2008.

BARREIRAS AO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

BARREIRAS AO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO


Rogerio Carlos Petrini de Almeida

Prof. Juliano Machado de Magalhães

Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI

Tecnologia em Processos Gerenciais (Turma 2831) – Planejamento Estratégico
25/08/08


RESUMO


O presente texto tem como objetivo a evidência de algumas barreiras que ocorrem durante a execução do Planejamento Estratégico, alguns conceitos básicos de planejamento e o entendimento de cenários a serem visionados são fundamentais para se concluir que este tipo de planejamento é essencial à empresas e que as barreiras a estes impostas deverão ser combatidas pela participação de toda a organização. Utilizaram-se textos obtidos na Internet e caderno de estudo fornecido pela UNIASSELVI, material preponderante na formulação deste trabalho.

Palavras-chave: Plano estratégico, Planejamento; Barreiras ao planejamento.


1 INTRODUÇÃO


O texto, deste trabalho, enfoca a definição Planejamento Estratégico, de cenário e identifica algumas barreiras que podem socorrer durante a implementação de um planejamento estratégico, Apesar das restrições impostas pelas barreiras, as vantagens de planejar pesam mais favoravelmente em favor da empresa, que terá muitos tropeços em sua existência caso não adere ao estratégico, ao alcance de sua missão e visão.

Para compreensão deste conteúdo utiliza-se a pesquisa em artigo da Internet e caderno de estudo.

2 CONCEITOS BÁSICOS DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

“Planejamento Estratégico é o processo coordenado de ações formalizado e de longo alcance, empregado para se definir e atingir os objetivos organizacionais” (TJGO, 2008).

É um conjunto estruturado de atividades que visa à elaboração de um documento, chamado plano estratégico que define para onde a organização pretende ir e como pretende construir o seu futuro” (FISTAROL, 2007).


3 OS CENÁRIOS

“Cenário é o espaço, real ou virtual, onde a história se passa” (WIKIPEDIA, 2008).

“É a descrição do futuro: deve ser internamente coerente, consistente e plausível” (ACADEMIADOFUTURO, 2008).
Segundo documentado pelo TJGO (2008), os cenários tem sua utilidade para descobrir as variáveis a serem considerada, os fatores e tendências a serem verificadas na evolução do planejamento e da atividade desenvolvida.
Diante de cenários apresentado é possível formar previsões e estipular ações diante de barreiras que possam advir do planejamento estratégico.


4 ALGUMAS BARREIRAS AO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

Segundo TJGO (2008) tem relatado como principais barreiras: dificuldade de criar visões a respeito do futuro; dificuldade do planejamento de operações não repetitivas; incapacidade de prever efetivamente; inflexibilidade na administração do plano; possível supressão da iniciativa; preguiça menta; falta de aderência entre o plano estratégico e seus desdobramentos; baixo envolvimento das partes interessadas; ausência de sistema de monitoramento. Ainda relaciona como barreiras ao planejamento estratégico os 10 erros cometidos na sua elaboração que são:

- Inexistência de um elemento coordenador com autoridade;
- Falta de visão operacional, com elaboração de planos mirabolantes;
- Organização distante de sua realidade operacional;
- Enfoque teórico;
- Enfoque interno sem a influência externa;
- Abordagem superficial dos assuntos tratados;
- Ambição distanciando do limite e realidade da empresa;
- Excesso de idealismo;
- Desconsiderações dos fatores psicológicos dentro da organização; e,
- Desprezo da capacidade de outras organizações.


4 CONCLUSÃO

O Planejamento Estratégico é sem dúvida uma das principais ferramentas que uma organização pode ter ao seu alcance. Por suas características deve ser presencial no quotidiano da empresa e na vida diária de seus colaboradores, mas não por isso de fácil implementação e de assimilação por todos os envolvidos com a empresa.

As barreiras que se apresentam ao perfeito funcionamento do planejamento estratégico estão presentes desde a sua formulação e pelo que se relata: pelo imediatismo das pessoas e pela falta e visão e paciência durante a execução do planejamento.

Conclui-se finalmente que as vantagens em planejar são superiores as barreiras que ocorrem no desenrolar do planejamento e que estas barreiras, que ocorrem com menor ou maior intensidade, devem ser combatidas com a participação de todos os elementos da organização.


5 REFERÊNCIAS

ACADEMIADOFUTURO, Glossário. Disponível em: http://academiadofuturo.blog.pt/376331/ Acesso em: 20 ago. 2008.

FISTAROL, C. F. Planejamento estratégico. Santa Catarina: Asselvi, 2007. p. 21- 30.

TJGO. Planejamento estratégico. Disponível em: http://www.tjgo.jus.br/Departamento/diretoria_geral/PLANEJAMENTO%20ESTRATEGICO%20-%20%20DIAGNOSE.pdf Acesso em 15 ago. 2008.

WIKIPEDIA, Cenário. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Cenário Acesso em: 20 ago. 2008.

OS CINCO PROCESSOS DE GESTÃO DE PESSOAS

OS CINCO PROCESSOS DE GESTÃO DE PESSOAS


Rogerio Carlos Petrini de Almeida
Prof. Juliano Machado de Magalhães
Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI
Tecnologia em Processos Gerenciais (Turma 2831) – Gestão de Pessoas
26/05/08


RESUMO



O presente conteúdo tem por objetivo expressar o princípio da gestão de pessoas, comentando resumidamente cada processo. Baseia-se em artigos da Internet e no caderno de estudo de Gestão de Pessoas, fornecido pela UNIASSELVI. Por fim vem a concluir que: prover, aplicar, manter, desenvolver, monitorar, são essenciais para uma obtenção de uma mão-de-obra que levem a organização ao sucesso da execução de suas tarefas.


Palavras-chave: Gestão de pessoas; Processos; Recrutamento

1 INTRODUÇÃO



O artigo do SEBRAE/PB (2004) relata em sua introdução que o sistema de Gestão de Pessoa “fundamenta-se no conceito de competência, entendidas estas como conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes, que se manifestam por resultados observáveis e que viabilizam uma performance superior” e como parte comum neste tema tem-se como instrumento o planejar, organizar, desenvolver, acompanhar e avaliar as competências vias os processos ora descritos.

Os cinco processos descritos no presente texto são inter-relacionados e interdependentes e formam o ciclo da gestão de pessoas, onde qualquer alteração ocorrida provoca influência nos demais (RIBEIRO, 2007, p.65).

Pode-se afirmar que a essência de uma organização empresarial ou associativa são seus componentes humanos, que se pode generalizar como força de trabalho. Para o sucesso da organização e o bem estar social do seu grupo é indiscutível a aplicação dos processos de gestão de pessoas independente de formas mais apuradas ou não.


2 PROVER

O processo de provisão fica enumerado em primeiro plano, pois, um de seus principais objetivos é munir a organização de pessoas através do recrutamento e seleção de pessoa, que virão a compor a força de trabalho da organização (RIBEIRO, 2007, p.30).

O “prover” recursos humanos, implica em planejar quantitativamente e qualitativamente o recurso a ser buscado no mercado, onde está disponível a mão-de-obra. É importante que siga a política de provissionamento estabelecida pela organização.

O provissionamento acontece por recrutamento de forma interna ou externa e via recursos de Internet, mais recentemente.

O recrutamento de forma interna tem a busca de força de trabalho, para preencher lacunas ou novos postos, dentro do grupo de pessoas da própria organização, apresenta-se a técnica de escolha ou enquadramento pelo perfil do funcionário e por fim a indicação de chefias. Este recrutamento tem suas vantagens – no menor custo e na segurança da seletividade do público, e desvantagens: que fica na adequação da nova função e na manutenção do mesmo grupo humano na organização, não renovando pensamentos. De qualquer forma o recrutamento deve manter clareza e justiça na seleção (RIBEIRO, 2007, p 66,67)
O recrutamento de forma externo, oposto da forma interna, procura a força de trabalho no mercado disponível, empresas, universidades escola e assim por diante. Requer, também, clareza e justiça no processo seletivo. A organização pode buscar estas pessoas através de agências de emprego, anúncios em meios de divulgação e outros canais (RIBEIRO, 2007, p 71 e72).

O recrutamento utilizando os recursos da Internet é um processo recente e facilitado pelos recursos da própria internet e informática. Deve-se considerar os sites e currículos lá publicados observando a sua credibilidade e veracidade.

3 APLICAR

O processo de aplicação tem como principal objetivo à descrição dos cargos que a organização tem por objeto descrever detalhadamente a atividade e as responsabilidades e requisitos técnicos de cada cargo exercido na organização. A finalidade é que o ocupante do posto venha saber sua função, que seja enquadrado corretamente na função e que tenha controle em seu desempenho (RIBEIRO 2007, p.31).


4 MANTER

O processo de manutenção tem como principal pauta a remuneração; os benefícios voltados ao trabalhador e a empresa; a higiene e segurança no ambiente de trabalho; relações com os órgãos de categoria. Este manter está voltada à permanência da pessoa na organização, mas uma constância provocada pela motivação e estar feliz com as condições de trabalho (RIBEIRO 2007, p.31).


5 DESENVOLVER

O processo de desenvolvimento em sua principal pauta tem o Treinamento, que “significa o preparo da pessoa para o cargo” e ao Desenvolvimento que “é o preparo da pessoa para a vida e pela vida” ( CHIAVENATO, 2002, apud INTERATIVA,2008).

Assim, o Treinamento e o Desenvolvimento tem como objetivos, entre muitos:

- Ao preparo das pessoas para a execução das tarefas;
- A provocar a mudança das atitudes das pessoas;
- Desenvolver novas habilidades;
- Transmitir informações;
- Desenvolver conceitos;
- Aumentar a produtividade;
- Melhoras a comunicação e relacionamento inter-pessoal (INTERATIVA, 2008).


6 MONITORAR

Sob o processo de monitoramento estão todas as atividades de controles voltadas à gestão de pessoas. Controle de resultados - resultados do aproveitamento e custos dos funcionários; resultados – hierarquias, regras, assiduidade. São os controles que permitem avaliar os resultados obtidos na gestão de pessoal (RIBEIRO, 2007, p.32).

5 CONCLUSÃO
Os processos de provissionamento, aplicação, manutenção, desenvolvimento e monitoramento, são processos fundamentais ao processo Gestão de Pessoas, e, estes processos estão interligados, um influênciando no relacionamento do outro.
Uma organização não existe sem a presença de pessoas, mas de pessoas aptas e motivadas a conduzir seus objetivos.

Cabe a Gestão de Pessoas da organização providenciar a força de trabalho a ser disponibilizada para a execução das tarefas, onde se pode concluir que o envolvimento dos cinco processos vistos são essenciais na composição desta força de trabalho em qualquer organização.


6 REFERÊNCIAS

INTERNATIVA. Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas. Disponível em: < http://internativa.com.br/artigo_rh_03.html> Acesso em: 21 mai. 2008.

RIBEIRO, E.I.B. Caderno de estudos gestão de pessoas. Indaial: Asselvi, 2007. Unidade 2 e 3.

SEBRAE/PB. Sistema de gestão de pessoas SGP– manual de políticas e procedimentos. Disponível em: http://www.sebraepb.com.br/sebrae_paraiba/sgp/manual_politicas_procedimentos.pdf. Acesso em: 21 mai. 2008.

O USO DA ESTATÍSTICA PELAS EMPRESAS

O USO DA ESTATÍSTICA PELAS EMPRESAS


Rogerio Carlos Petrini de Almeida

Prof. Juliano Machado de Magalhães

Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI

Tecnologia em Processos Gerenciais (Turma 2831) – Estatística
14/07/08


RESUMO


O presente texto tem como objetivo a percepção do emprego da estatística nas empresas, abrindo um espaço para que o pensamento volte-se a sua importância neste contexto bem como deixando sua definição citada em vários trabalhos. Utilizaram-se textos obtidos na Internet que foram fatores preponderantes, para concluir que as empresas e o público em geral já vem sendo beneficiados pelo uso da estatística, seja na publicação de quadros de índices inflacionários e classificação de candidatos em campanha eleitoral.

Palavras-chave: CEP; Estatística; Estatística na empresa.

1 INTRODUÇÃO


O texto, deste trabalho, enfoca a definição de estatística e a sua aplicação nas organizações empresariais e sua implicação neste contexto. Não entram no mérito as técnicas e métodos empregados pela estatística.

Para compreensão deste conteúdo utiliza-se a pesquisa em artigo da Internet.


2 A ESTATÍSTICA - DEFINIÇÕES

Segundo Carmo (2008), Granzotto (2008) e UNIP (2008) são unânimes em afirmar que a estatística “é uma parte da matemática aplicada que fornece métodos para coleta, organização, descrição, análise e interpretação de dados e para a utilização dos mesmos na tomada de decisões”.

A coleta, a organização e a descrição dos dados estão a cargo da Estatística Descritiva, enquanto a análise e a interpretação desses dados ficam a cargo da Estatística Indutiva ou Inferencial, que é a conclusão por dedução.


3 APLICAÇÃO DA ESTATISTICA PELA EMPRESA

Segundo artigo de Carmo (2008), na atualidade a empresa é uma viga-mestra da economia de uma nação, o que exige de administradores importantes tomadas de decisões; a estatística contribuirá com as tomadas de decisões, na seleção e organização da estratégia a ser adotada no empreendimento. As técnicas da estatística: de sondagem; coleta e organização de dados, e outras pesquisas auxiliarão na obtenção da realidade social e geográfica, permitindo a verificação e avaliação quantitativa e qualitativa, mediante a objetivos e produtos a serem explorados.

No texto da UNIP (2008) além da referência reforçando o artigo escrito por Carmo (2008) tem comentado que nenhuma empresa será bem sucedida sem antes fazer um estudo estatístico das possibilidades de produção e vendas de seus produtos. Cita que os profissionais de diversas áreas (turismo, nutricionistas, médicos, fisioterapeutas, etc.) necessitaram de conhecimentos estatísticos para entender e atuar com desempenho melhor em sua atividade. Como exemplo relaciona o setor hoteleiro, com foco em uma determinada região, buscando visualizar a ocupação de hotel em períodos críticos; na saúde o quadro comparativo aplicado a pacientes de determinadas dietas e doenças, cujos resultados e avaliações serão de uso e benefício a próximos pacientes.

Silva et al (2008) em seu texto “O Uso do Controle Estatístico de Processos Para Melhorar o Desempenho das Empresas de Saneamento”, deixa claro, já no título de seu trabalho, a importância do entendimento estatístico dentro da empresa, neste caso empresas de saneamento. Objetiva o uso do CEP – Controle Estatístico de Processos dentro deste setor, com finalidade de melhorias do desempenho das empresas de saneamento.

O uso - e mau uso – das estatísticas: como e por que os números são tão facilmente manipulados, neste artigo publicado pela Universia (2008), chama atenção pelo uso dos milhões de dados disponíveis, resultantes das medições constantes das atividades econômicas, de atividades relacionadas aos trabalhadores, ao governo, a sociedade. Os dados brutos e mesmo analisados conduzem a diversas direções, podendo ocasionar uma visão errada do fato. O que se vê é que as empresas podem empregar a estatística de muitas formas e tirar conclusões sob sua ótica, podendo a análise ser adequada ou não, para a situação.

4 CONCLUSÃO

O volume crescente da disponibilização de informação requer maior atenção do setor empresarial, a formação de bases de dados informativas acessíveis, e a necessidade de melhorar os controles de processos vem despertando o interesse das empresas por esta parte da matemática, chamada de estatística.

O setor econômico e social-político tem divulgado indicadores e quadros estatísticos de campanhas eleitorais, de comportamento de taxas, índices inflacionários, com divulgação pela imprensa chegam mais rapidamente ao conhecimento do público, que tem uma boa e acessível interpretação. É sem dúvida uma aplicação mais popular da estatística, nem sempre assimilada como tal, pela população leitora.
Pode-se concluir que a estatística já faz parte das atividades das empresas, pois estas são empregadas em muitos de seus momentos. Mesmo organizações mais simples têm a aplicações da estatística em seu cotidiano, quando, por exemplo, verifica quantidade de vendas realizadas e compara, com as compras; portanto efetua coleta de informações, organiza-as, avalia e traduz em um resultado significativo para sua gestão.


5 REFERÊNCIAS

CARMO A. A natureza da estatística. Disponível em: http://www.iasp.br/sys_arquivos/arquivos/133.ppt Acesso em 07 jul. 2008.

GRANZOTTO A. J. Resumão – estatística. Disponível em : http://intervox.nce.ufrj.br/~diniz/d/direito/ou-estatistica.doc Acesso em: 09 jul. 2008.

SILVA, A.P.G et al. O uso do controle estatístico de processos para melhorar o desempenho das empresas de saneamento. Disponível em: http://www.semasa.sp.gov.br/admin/biblioteca/docs/pdf/35Assemae089.pdf Acesso em: 10 jul. 2008.

UNIP. Curso de estatística on line. Disponível em: http://www.chsk.com/unip/files/EstatisticaOnline1234.doc Acesso em 07 jul. 2008.

UNIVERSIA. Uso – e mau uso – das estatísticas: como e por que os números são tão facilmente manipulados. Disponível em: http://wharton.universia.net/idex.cfm?fa=viewfeature&id=1503&language=portuguese Acesso em: 09 jul. 2008.

Operações Contábeis Básicas

OPERAÇÕES CONTÁBEIS BÁSICAS – ATRAVÉS DE EXEMPLOS

 


Rogerio Carlos Petrini de Almeida

Prof. Juliano Machado Magalhães

Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI

Contabilidade (EMD2831) – Metodologia do Trabalho Acadêmico
10/03/08

RESUMO

As operações contábeis apresentadas neste texto são básicas, atendem as regras de partidas dobradas. Os lançamentos foram demonstrados através de razonetes, com a respectiva aplicação dos saldos em demonstração do Balanço Patrimonial e no DRE – Demonstrações de Resultado do Exercício. Foram utilizadas técnicas comparativas de exercícios existentes na bibliografia consultada, bem como, a pesquisa em biblioteca própria. Os enunciados das operações levam a uma planificação de conta, a formulação das demonstrações financeira em que apresenta um resultado positivo para a referida empresa, constatado pela conta “lucros”, que passa a existir no Patrimônio Líquido.

Palavras-chave: Razonete; Balanço patrimonial; Demonstrativo de Resultado; Plano de contas.


1 INTRODUÇÃO


Neste estudo, pretende-se apresentar as operações contábeis da empresa “Trabalho Bom” de modo detalhado, com o intuído de deixar claro os lançamentos que foram realizados. Utiliza-se a técnica dos razonetes para apuração dos saldos. Constrói-se um Balanço Patrimonial e uma Demonstração de resultado do exercício.

O Balanço patrimonial relaciona valores em títulos de contas, que proporcionam conhecimento aos analistas de bancos, empresários e outros interessados em conhecer a situação econômico-financeira da empresa. De igual maneira as Demonstrações Financeiras deixam abastecidas as informações de origem de receitas e despesas, finalizando com a conta de resultado que pode vir a ser um lucro ou prejuízo.

Os conceitos apresentados são provenientes de pesquisa realizadas em livros próprios e contribuem para o entendimento da matéria proposta.

A utilização de comparativo de exercícios encontrados no Caderno de Atividade de Contabilidade serviram de base na construção do Balanço Patrimonial, DRE e razonetes (TESSARI, 2008).

Os dados dos enunciados seguem a trajetória de passo a passo até a formação das demonstrações contábeis. Há movimentação de contas dentro do ativo: Caixa e Duplicatas a receber. No grupo do patrimônio líquido verifica-se a inclusão de uma nova conta (lucro) para demonstrar o resultado positivo da empresa.

2 CONCEITOS DOS PRINCIPAIS TERMOS EMPREGADOS, NESTE CONTEXTO

Para melhor compreensão deste conteúdo enuncia-se alguns conceitos, que auxiliaram no entendimento deste trabalho.


2.1 CONTAS

Segundo Ribeiro (1986), “conta é o nome técnico dado aos componentes patrimoniais (Bens, Direitos, Obrigações e Patrimônio Líquido) e aos elementos do resultado (despesas e receitas)”.


2.2 PLANO DE CONTAS

 Segundo o professor Antonio Lopes de Sá (1980), o plano de contas “é um guia de registros contábeis” e compõem-se das seguintes partes:

- elenco das contas - que é a relação das contas;
- função das contas – que é a explicação para que servem as contas;
- funcionamento das contas – que é como se movimenta as contas e,
- regulamento e convenções, que condiciona o uso das contas.


2.3 LIVRO RAZÃO E RAZONETES

O livro razão representa um sistema pelo qual se controla a movimentação ocorrida individualmente em cada conta (GOUVEIA, 1982).

O razonete nada mais é do que um razão simplificado (RIBEIRO, 1986). É a demonstração gráfica das contas em forma de “T”.

Observa-se que os razonetes não tem uma coluna para conter os saldos, que são obtidos pelas diferenças entre o somatório dos débitos e créditos.


2.4 MÉTODO DAS PARTIDAS DOBRADAS

Segundo klein (1969) “existem títulos ou contas devedores e títulos ou contas credores: não há devedor sem credor e vice-versa”. Gouveia (1982), dita que: “para cada um ou mais lançamentos de débito efetuados, deve corresponder um ou mais lançamentos de crédito, de forma que o valor total de débitos  seja sempre igual ao valor dos créditos em cada lançamento”.


2.5 DÉBITO E CRÉDITO

             Débito e crédito são termos convencionados para indicar se uma transação aumenta ou diminui o valor de uma conta (GOUVEIA, 1979).


2.5 BALANÇO PATRIMONIAL

            Consiste na apresentação dos saldos respectivos de todas as contas da contabilidade de uma empresa em uma determinada data. As contas estão dispostas de forma padronizadas pelo plano de contas, com seus respectivos saldos e tem por finalidade permitir aos analistas, uma visualização da posição econômico-financeira (GOUVEIA, 1982).

            Nesta apresentação as contas ficam relacionadas em três agrupamentos maiores identificados como: Ativo, Passivo e Patrimônio Líquido. O Ativo identifica a aplicação dos recursos. O Passivo a origem de recursos obtidos junto a terceiros. Tem-se no Patrimônio Líquido a origem de recursos próprios e de lucros ou prejuízos auferidos na atividade da empresa.


2.6 DEMONSTRATIVO DE RESULTADO – DRE
     O Demonstrativo de Resultado do Exercício, conhecimento pela sigla DRE, tem por finalidade apresentar as operações contábeis de Receitas e Despesas, que levaram ao valor do resultado final, lucro ou prejuízo, obtidos das atividades da empresa, em um determinado período.


3 OPERAÇÕES CONTÁBEIS DE UMA EMPRESA

Relaciona-se a seguir 10 enunciados que irão compor a movimentação das contas contábeis da empresa “Comércio e Serviços Trabalho Bom”. As operações contábeis serão lançadas em razonetes, que permitirão apurar o resultado e elaborar o balanço patrimonial e demonstrativo de resultado da empresa.

Estão comentadas em cada enunciado, as principais evidências, para que sejam direcionados os valores as suas respectivas contas. Grifa-se os termos que levarão a construir o plano de contas e que por si originam os nomes de contas que, também, são utilizados nos razonetes.


3.1 ENUNCIADOS  E APLICAÇÕES DAS OPERAÇÕES CONTÁBEIS

            a) Em 01/04/200X, houve a constituição da “Empresa  Comércio e Serviços Trabalho Bom”, pelos sócios Joaquim e Manuel, com capital de R$ 60.000,00, sendo R$ 30.000,00 em dinheiro, R$ 12.000,00, com veículos e R$ 18.000,00 estoque de materiais/peças para reparos (UNIASSELVI, 2008, grifo nosso).

            Comentário: Neste enunciado observa-se que a empresa está sendo constituída, onde está havendo a integralização do capital, parte em dinheiro lançado em caixa, e em estoque, conta do ativo circulante de liquidez imediata e parte em veículo, uma conta do ativo permanente, contas que nos razonetes ficarão debitadas. O capital é uma conta patrimonial e neste caso será levado a crédito, no seu respectivo razonete.

            Razonetes:

              Capital                        Caixa                       Estoque                       Veículos
__D__________C_            __D______C___         _D_____C___       __D______C___
                 |  60.000  a         a 30.000 |                     a 18.000 |               a 12.000 |  

            b) Em 05/04/2007, a empresa adquiriu a prazo da “Loja Conforto”, móveis para escritório por R$ 10.000,00 (UNIASSELVI, 2008, grifo nosso). 

            Comentário: Nesta data a empresa contrai uma dívida, que será classificada como contas a pagar no passivo circulante.  No razonete está postada como crédito. Em contrapartida o ativo permanente fica acrescido de valor na conta Móveis e utencílios, postado no razonete como débito.

            Razonetes:

    Móveis Utencílios                     Contas a pagar
    _D_________C_                    __D_______C___
 b 10.000  |                                               | 10.000   b

            c) Em 06/04/200X, a empresa prestou serviços à vista, pelo valor de R$ 5.000,00 (UNIASSELVI, 2008, grifo nosso).

            Comentários: Nesta data a empresa está recebendo o pagamento em dinheiro de serviço prestado, conseqüentemente este numerário entrará a débito na conta Caixa, e a débito na conta do demonstrativo de resultado – Serviços á vista. No razonete temos o acréscimo do saldo em caixa  pois já tínhamos lançamento pelo enunciado “a”.

            Razonetes: Serão retranscrito o razonetes para apuração de saldo. Observar também que ao lado de cada valor está indicada a letra correspondente ao lançamento de cada enunciado.
  
     Caixa                                    Serviço à Vista
  _D_______C__                     __D________C___               
 a 30.000 |                                            | 5.000   c
 c   5.000 |

            d) Em 07/04/200X, a ocorreu a prestação de serviços a prazo por R$ 9.000,00 (UNIASSELVI, 2008, grifo nosso). 

            Comentários: observa-se que nesta operação a empresa efetuou o serviço mas não recebeu  dinheiro neste momento, a receita será contabilizada em serviço a prazo mo demonstrativo de resultado, aparecendo no razonete no lado de crédito. Em contrapartida por ser um numerário a ser recebido fica classificado em duplicatas a receber, no ativo circulante, caracterizado no razonete como um débito.

            Razonetes:

  Duplicatas a receber                             Serviços a Prazo
__D___________C____                     __D___________C_
d 9.000          |                                                        | 9.000   d


            e) Em 10/04/200X, pagamos R$ 4.000,00 da dívida relacionada a aquisição de mobiliário realizada no dia 05/04/200X (UNIASSELVI, 2008, grifo nosso). 

            Comentários:  Com este lançamento apenas se observa o fluxo de numerário, pois os móveis e utencílios já tem lançamento e razonete apontados  e o valor para o pagamento sai do caixa para abater da conta  onde foi registrada a dívida – contas a pagar – registrado no item “b”.

            Razonetes:

     Caixa                                        Contas a Pagar 
   __D___________C_          __D____________C__
   A 30.000 |  4.000  e             e 4.000     |  10.000 b                            
  B    5.000 |                                                 6.000
       31.000
            f) Em 11/04/200X, recebemos R$ 2.000,00 referente à venda a prazo de serviços de serviços do dia 07/04/200X (UNIASSELVI, 2008, grifo nosso).

            Comentários: Aqui o serviço a prazo já foi computado em receitas no demonstrativo de resultado , relativo a letra “d”, restando a mutações nas contas de ativo, contas de caixa pelo ingresso do recebimento de dinheiro  e diminuição do saldo da conta de duplicatas a receber.

            Razonetes:


     Caixa                                   Duplicatas a receber 
   __D___________C_          __D____________C__
   a  30.000 |  4.000  e             d  9.000     |  2.000  f                           
   b   5.000  |                                7.000
   f    2.000  |
      33.000   
            g) Em 15/04/200X, pagamos a água consumida no período pelo valor de R$ 350,00 (UNIASSELVI, 2008, grifo nosso).

            Comentários: O pagamento de despesa com água movimenta o dinheiro em caixa verificando sua redução, bem como fica demonstrado, no DRE, a aplicação deste recurso pois aí se evidencia uma despesa que é abatida das receitas operacionais.

Razonetes:

     Caixa                                   Despesa com água 
   __D___________C_          __D____________C__
   a  30.000 |  4.000  e             g    350     |                            
   b   5.000  |      350 g   
   f    2.000  |
      32.650
            h) Em 20/04/200X, pagamos energia elétrica consumida  no período pelo valor de R$ 2.100,00 ( UNIASSELVI, 2008, grifo nosso). 

             Comentários: Da mesma forma que as despesas com água a demais despesas  circulam reduzindo  a conta caixa e aparecendo no demonstrativo de resultado influenciando no resultado final.

Razonetes:
     Caixa                                   Despesa energia elétrica 
   __D___________C_          __D____________C__
   a  30.000 |  4.000  e             h   2.100    |                            
   b   5.000  |      350 g   
   f  2.000    |  2.100 h
    30.550
i) Em 25/04/200X, pagamos o aluguel do período no valor de R$ 1.500,00 (UNIASSELVI, 2008, grifo nosso). 

Razonetes:

     Caixa                                   despesa aluguel 
   __D___________C_          __D____________C__
   a  30.000 |  4.000  e             i 1.500     |                            
   b   5.000  |      350 g   
   f    2.000  |   2.100 h
                   |    1.500 i
    29.050
j) Em 30/04/200x, pagamos os salários do período no valor de R$ 3.500,00 (UNIASSELVI, 2008, grifo nosso).

Razonetes:

     Caixa                                   despesa aluguel 
   __D___________C_          __D____________C__
   a  30.000 |  4.000  e             j  3.500     |                            
   b   5.000  |      350 g   
   f    2.000  |  2.100 h
                   |  1.500 i
       |   3.500 j
_________________
37.000    | 11.450
25.550

4 PLANO DE CONTAS A SER APLICADO

             Com base nos enunciados relatados anteriormente, relacionam-se as contas dentro de seus principais agrupamentos, para serem empregadas nos razonetes e por fim na apresentação do balanço patrimonial. As contas são dispostas, em ordem decrescente, pelo seu maior grau de liquidez, pagamento ou recebimentos.

            ATIVO

                        Caixa
Duplicatas a receber
Estoque

             ATIVO PERMANENTE

                        Móveis e Utencílios
Veículos

PASSIVO

            Contas a Pagar

PATRIMNÔNIO LÍQUIDO
            Capital

DEMONSTRATIVO DE RESULTADO

RECEITAS

            Serviços à vista
            Serviços a prazo

DESPESAS

                        Água
                        Energia elétrica
                        Aluguel
                        Salários

            LUCRO ou PREJUÍZO


5 BALANÇO PATRIMONIAL
         
            Apurado os saldos das contas lançadas em razonetes, proceder-se-á na montagem do balanço, onde as contas são agrupadas e dispostas: do lado direito fica o Ativo, do lado esquerdo o Passivo e o Patrimônio liquido. O somatório dos valores do lado direito deve ser igual ao somatório do lado esquerdo, portanto numa colocação clássica o Ativo é igual a Passivo mais Patrimônio Líquido.
 
            ATIVO                                                                         PASSIVO
Caixa                                         25.550,00                Contas a pagar                                    6.000,00
Duplicatas a receber                   7.000,00
Estoque                                     18.000,00               PATRIMONIO LÍQUIDO
             ATIVO PERMANENTE                             Capital Social                                   60.000,00
Móveis e Utencílios                  10.000,00                Lucro                                                  6.550,00
Veículos                                    12.000,00
TOTAL ATIVO                       72.550,00               TOTAL PASSIVO  + PAT. LIQ.  72.550,00


6 DEMONSTRATIVO DE RESULTADO – D.R.E.

    Com base nos lançamentos efetuados em razonetes pode-se efetuar a verificação do resultado da empresa e ao mesmo tempo identificar as operações que serão representadas no D.R.E.


6.1  APURAÇÃO DO RESULTADO  ATRAVÉS DOS RAZONETES E FORMAÇÃO DO D.R.E.

   
6.1.1 RECEITAS
           
            Demonstrado a seguir os razonetes e operações que representam as receitas obtidas e o fechamento das operações e contas que serão utilizadas no resultado e D.R.E.
           
Razonetes e comentários: 

6.1.1.1 Serviço à Vista                          Resultado
               _D_______C__                   __D___________C_____      
                         | 5.000   c                                   |   5.000
            5.000 |  

  Comentário:  Efetua-se o fechamento do razonete com a conta Serviço à Vista, debitando o valor e creditando a conta resultado. Este valor também fará parte desta conta no D.R.E., demonstrando a origem da receita como serviço à vista.

6.1.1.2 Serviço a Prazo                                Resultado
                 _D_______C__                   __D___________C_____      
                            | 9.000  c                                   |   5.000
               9.000 |                                                 |   9.000

Comentário:  Efetua-se o fechamento do razonete com a conta Serviço a Prazo, debitando o valor e creditando a conta resultado. Este valor também fará parte desta conta no D.R.E., demonstrando a origem da receita como serviço a prazo.

         Observa-se uma receita de R$ 14.000,00, na prestação dos serviços prestados pela empresa.


6.1.2 DESPESAS
           
            A seguir tem-se os razonetes com as operações que representam as despesas e o fechamento destas operações e contas que serão utilizadas no resultado e formação do D.R.E.
           
Razonetes e comentário:

6.1.2.1 Despesa com água                             Resultado
             _D_______C__                   __D___________C_____      
            g  350      |                              350            |   5.000
                         | 350                                         |   9.000

Comentário: as despesas serão lanças a crédito na conta de origem (neste primeiro caso – despesa com água) em contrapartida a débito na conta de resultado, verificando a diminuição deste crédito. As demais despesas, abaixo, seguirão o mesmo princípio.

6.1.2.2 Despesa energia elétrica                                Resultado
                 _D_______C__                               __D___________C_____      
          h  2.100     |                                              g    350        |   5.000
                         | 2.100                                    h 2.100        |   9.000


6.1.2.3 Despesa Aluguel                               Resultado
            _D_______C__                   __D___________C_____      
            i 1.500 |                                 g     350  |   5.000
                     |  1.500                      h  2.100  |   9.000
                                                       i  1.500   |  


5.1.2.4 Despesa salário                                Resultado
          _D_______C__                   __D___________C_____      
           j 3.500 |                               g     350      |   5.000
                    |   3.500                   h  2.100      |   9.000
                                                    i  1.500       | 14.000
                                                     j 3.500       |
                                                      7.450
                                                      6.650      
6.1.2.5 Apuração do Resultado

            Finalizado os fechamentos das despesas com o respectivo lançamento no razonete de Resultado, tem-se o somatório das receitas, na coluna de crédito “C”, no valor de R$ 14.000,00 e o somatório das despesas apontados  na coluna de débito “D”, no valor de R$ 7.450,00 A diferença dos dois valores proporciona um lucro nas atividades da empresa no valor de R$ 6.550,00.


6.2 DEMONSTRATIVO DE RESULTADO – DRE

       A demonstração das contas de receitas e despesas de uma empresa tem sua divulgação oficial através deste formato e a seguir  apresentamos o D.R.E. com as contas e resultado apurado, através deste mecanismo.

            DRE – Demonstração de Resultado do Exercício

RECEITAS
Serviços à vista                                     5.000,00
Serviços a prazo                                    9.000,00 _____14.000,00

DESPESAS
Água                                                         350,00
Energia elétrica                                     2.100,00
Aluguel                                                  1.500,00
Salários                                                  3.500,00 ______7.450,00

            LUCRO                                                                               _______ 6.550,00


7 CONCLUSÃO

Demonstra-se através de razonetes a movimentação de saldos das contas postulada nos enunciados. Detalha-se a cada passo o fato contábil, com a finalidade de deixar claro a origem e a aplicação dos recursos.

O Balanço patrimonial construído, tem como fechamento o capital total de R$ 72.550,00. Apresenta uma disponibilidade no Ativo Circulante, no valor de R$ 50.550,00 em comparação com as necessidades de recursos de terceiros – contas a pagar – no ativo circulante, percebe-se que a empresa apresenta uma boa liquidez.

A empresa finalizou o período com um lucro de R$ 6.550,00, registrado no grupo Patrimônio Líquido, do balanço patrimonial e foi do obtido pela diferença entre o valor das receitas R$ 14.000,00 e o montante das despesas, no valor de R$ 7.450,00, como visto na conta de resultado e nas demonstrações financeiras.


7 REFERÊNCIAS



UNIASSELVI. Agenda da disciplina contabilidade. Santa Catarina: Asselvi, 2008, p. 8 -9.

KLEI, T.C.14 lições práticas de contabilidade. Rio de Janeiro: Aurora, 1969, 8 ed., p.13. (livro próprio)

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